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	<description>A 1ª Agência de Search Engine Marketing do Brasil</description>
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		<title>Google nega que seus serviços tenham sido novamente bloqueados na China</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa afirma que seu sistema de controle de acesso à Web interpretou mal uma pesquisa nas áreas de buscas, mobile e publicidade no país.


Na última quinta-feira (29/7), o Google havia emitido um alarme indicando que o seu motor de pesquisas e vários outros serviços haviam sido novamente bloqueados na China, país que já se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa afirma que seu sistema de controle de acesso à Web interpretou mal uma pesquisa nas áreas de buscas, mobile e publicidade no país.</p>
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<p>Na última quinta-feira (29/7), o Google havia emitido um alarme indicando que o seu motor de pesquisas e vários outros serviços haviam sido novamente bloqueados na China, país que já se envolveu em vários conflitos com a empresa devido a questões de censura. No entanto, o próprio Google desmentiu o alerta, relatando que se tratou apenas de um mal entendido.</p>
<p>Segundo a empresa, seu sistema de controle de acesso a Web interpretou erroneamente uma pesquisa nas áreas de busca, mobile e serviços de publicidade na China. “É possível que nossas máquinas tenham superestimado o nível de bloqueio no país”, disse o Google em comunicado. “E cremos que foi isso que aconteceu no dia 29/7, quando houve um bloqueio relativamente pequeno. No momento, os usuários na China estão acessando normalmente nossos serviços”.</p>
<p>O Google vem enfrentando problemas para implementar seus serviços na China e corre o risco de ser banido do país desde que anunciou que não está mais disposto a censurar os resultados de suas pesquisas para itens que o governo local considera subversivo ou pornográfico, desde que foi invadido por um hacker do governo. Durante algum tempo, seu mecanismo de buscas ficou completamente bloqueado naquela nação e, para manter um pé no promissor mercado chinês, passou a enviar as solicitações de pesquisa para seus servidores em Hong Kong, que não são atingidos pelas regras de censura.</p>
<p>Além disso, há quatro meses, a empresa passou a postar atualizações de status diariamente sobre a disponibilidade de seus serviços na China. E apenas no começo de julho, o governo local renovou a concessão do Google no país, por mais um ano.</p>
</div>
<div>(Associated Press)</div>
<div>Data: 30/07/2010</div>
<div>Fonte: IDG Now!</div>
<div>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/30/google-nega-que-seus-servicos-tenham-sido-novamente-bloqueados-na-china/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/30/google-nega-que-seus-servicos-tenham-sido-novamente-bloqueados-na-china/</a></div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>China bloqueia busca web da Google</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo página de status, único serviço ainda ativo é o Gmail; outros já tinham sido bloqueados.


A Google informou, por meio de sua página de status de serviço, que teve quase todos seus sites bloqueados na China &#8211; a única exceção, de acordo com o status desta quinta-feira (29/7), é o Gmail, considerado &#8220;totalmente ou quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo página de status, único serviço ainda ativo é o Gmail; outros já tinham sido bloqueados.</p>
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<p>A Google informou, por meio de sua página de status de serviço, que teve quase todos seus sites bloqueados na China &#8211; a única exceção, de acordo com o status desta quinta-feira (29/7), é o Gmail, considerado &#8220;totalmente ou quase sempre disponível&#8221;.</p>
<p>Muitos dos serviços Google já tinham sido bloqueados pela China. Mas, até quarta-feira (28/7), ainda eram mantidos a busca web, o serviço de imagens e o acesso a notícias e anúncios. Nesta quinta-feira, todos estes passaram para o status de &#8220;bloqueado&#8221; ou &#8220;parcialmente bloqueado&#8221;.</p>
<p>Ao Wall Street Journal, o CEO da Google, Eric Schmidt, havia dito no começo de julho que a operação da empresa naquele país estava à mercê do governo chinês.</p>
<p>Segundo o jornal, quem visita o site google.cn recebe agora uma imagem que, clicada, redireciona o internauta para o site de buscas de Hong Kong. Embora o governo chinês não censure este site, certas medidas foram tomadas para que conteúdo não aprovado não seja exibido.</p>
<p>Em 30/6, a Google já havia detectado que seu serviço de buscas na China tinha sido parcialmente bloqueado. Em 22/3, a empresa passou a não mais censurar resultados de busca na China em resposta a um ataque cibernético contra a Google ocorrido em dezembro e que, segundo a empresa, teria partido de território chinês.</p>
<p>Nesta quinta-feira, uma corte na Rússia exigiu que um dos maiores provedores de Internet daquele país bloqueie o acesso ao YouTube, sob a alegação de que o serviço online oferece vídeos de ideologias extremistas.</p>
<p>Data: 29/07/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/29/china-bloqueia-busca-web-da-google/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/29/china-bloqueia-busca-web-da-google/</a></p>
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<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Número de internautas cresce 20% no país em um ano</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/numero-de-internautas-cresce-20-no-pais-em-um-ano/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório do Ibope Nielsen também revela que o interesse pelos sites de esportes cresceu 21% em junho, em relação ao mês anterior.


O número de internautas no Brasil cresceu 20% entre junho de 2009 e junho deste ano, chegando a quase 40 milhões de usuários ativos em casa e no trabalho. Os números foram divulgados na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório do Ibope Nielsen também revela que o interesse pelos sites de esportes cresceu 21% em junho, em relação ao mês anterior.</p>
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<p>O número de internautas no Brasil cresceu 20% entre junho de 2009 e junho deste ano, chegando a quase 40 milhões de usuários ativos em casa e no trabalho. Os números foram divulgados na tarde desta quinta (29/07) pelo Ibope Nielsen.</p>
<p>O destaque do relatório, referente ao mês de junho, foi o crescimento do interesse por sites esportivos – turbinado, obviamente, pela Copa do Mundo. No total, 59% dos internautas ativos no país, ou 23,5 milhões, visitaram páginas sobre o tema – evolução de 21% em relação ao mês anterior e de 54% na comparação com junho de 2009.</p>
<p>Em uma lista de 10 países em que a medição é feita, o Brasil foi o que demonstrou maior interesse pelos esportes no mês da Copa. Em segundo, veio a França, onde 51% dos internautas acessaram sites esportivos, seguido de Reino Unido (48%), Espanha (45%) e EUA, com 42%. </p>
<p>Já o tempo de acesso por pessoa caiu. Considerando-se aplicativos (e-mail e Messenger, por exemplo), o internauta brasileiro passou 64h55 min online em junho, queda de 6% em relação a maio. Excetuando-se o aplicativos, foram 43h31 min (-7%).</p>
<p>Data: 29/07/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/29/numero-de-internautas-cresce-20-no-pais-em-um-ano/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/29/numero-de-internautas-cresce-20-no-pais-em-um-ano/</a></p>
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		<title>Países emergentes aceitam pagar por conteúdo online, aponta pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo global da KPMG mostra que só quatro em cada dez usuários do Bric não pagariam por conteúdo; nos países do G7, proporção é de oito em dez.


Os países do chamado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) têm mais propensão a pagar por conteúdo online que os do G7, grupo dos países mais ricos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo global da KPMG mostra que só quatro em cada dez usuários do Bric não pagariam por conteúdo; nos países do G7, proporção é de oito em dez.</p>
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<p>Os países do chamado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) têm mais propensão a pagar por conteúdo online que os do G7, grupo dos países mais ricos do mundo, segundo pesquisa global realizada pela empresa de consultoria e auditoria KPMG.</p>
<p>De acordo com o relatório “Consumers and Convergence IV”, divulgado na quinta-feira (22/7), 43% dos entrevistados nos países do Bric disseram que não pagariam por acesso ao conteúdo de sites; entre os países do G7, esse porcentual foi de 78%.</p>
<p>Perguntados sobre se estariam dispostos a pagar por acesso ao conteúdo de todo um site, 22% dos entrevistados do Bric disseram sim, o que representa uma aceitação muito maior que a demonstrada pelos entrevistados do G7 (8%).</p>
<p>Os consumidores do Bric também demonstraram estar mais abertos à recepção de publicidade em troca de conteúdo gratuito ou mais barato, tanto online (61%, ante 49% do G7) como em dispositivos móveis (50%, ante 30% do G7).</p>
<p><strong>Serviços x publicidade</strong><br />
Em relação aos serviços que seriam mais aceitos caso fossem combinados com publicidade móvel, os entrevistados do Bric apontaram serviços básicos, como texto, voz e dados (78%); entretenimento, como jogos e música (70%); serviços de informação, como mapas e guias (66%) e aplicações de negócio, como agendas (43%).</p>
<p>Mas os consumidores do Bric mostraram-se mais preocupados com segurança e privacidade que seus pares do G7. Enquanto 46% dos entrevistados do G7 disseram estar “muito preocupados” com segurança móvel e 42% afirmaram estar “muito preocupados” com privacidade, entre os consumidores do Bric esses porcentuais foram de 81% e 71%, respectivamente. No Brasil, o índice dos que disseram se preocupar com segurança online superou 90%.</p>
<div>
<p>A pesquisa também buscou identificar os “compartilhadores de informação” – pessoas que aceitam negociar suas informações pessoais em troca de benefícios, como o acesso gratuito a conteúdo.</p>
<p>Os “compartilhadores de informação” não se importam em ver anúncios no celular, nem no PC, e aceitariam receber anúncios em troca de serviços ou conteúdo gratuito (82% deles, em comparação com 56% da amostra global).</p>
<p>Além disso, 72% dos brasileiros concordariam com serviços de rastreamento online por dispositivos móveis, índice superado apenas pelos húngaros (80%). Os mais conservadores em relação ao recurso foram os poloneses (30%), holandeses (37%) e canadenses (42%).</p>
<p>A pesquisa da KPMG ouviu 5.627 pessoas em 22 países – da América Latina, apenas o Brasil foi incluído. Todos os entrevistados possuíam um celular ou PDA próprio. Os dados foram ponderados com base em estimativas da base de assinantes de celular de cada país pesquisado, informa a empresa.</p>
<p>Data: 28/07/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/28/paises-emergentes-aceitam-pagar-por-conteudo-online-aponta-pesquisa/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/28/paises-emergentes-aceitam-pagar-por-conteudo-online-aponta-pesquisa/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google negocia acordos para nova rede social, segundo jornal</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/google-negocia-acordos-para-nova-rede-social-segundo-jornal/</link>
		<comments>http://www.cadastra.com.br/google-negocia-acordos-para-nova-rede-social-segundo-jornal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[A gigante de buscas conversa com grandes empresas de desenvolvimento de jogos para incluir games em seu representante contra o Facebook.


Parece apenas uma questão de tempo até assistirmos o “Duelo de Titãs” entre Google e Facebook. 
O mais novo indício da proximidade desta batalha é a notícia de que a Google está negociando com grandes empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gigante de buscas conversa com grandes empresas de desenvolvimento de jogos para incluir games em seu representante contra o Facebook.</p>
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<p>Parece apenas uma questão de tempo até assistirmos o “Duelo de Titãs” entre Google e Facebook. </p>
<p>O mais novo indício da proximidade desta batalha é a notícia de que a Google está negociando com grandes empresas de desenvolvimentos de jogos, para um espaço de mídia social concorrente ao Facebook, que recentemente chegou a marca de 500 milhões de usuários.</p>
<p>Entre as empresas estão: Playdom, Electronic Arts, Playfish, e a Zynga Game Network, segundo relatou o jornal The Wall Street Jornal. </p>
<p>Não deve ser surpresa que a Google está se reunindo com os desenvolvedores de jogos, e, principalmente, da intenção dela em lançar uma nova rede social chamada provisoriamente de &#8220;Google Me&#8221;.</p>
<p>Dentro desse mercado, os games sociais são considerados aplicativos importantes para aumentar a linha de serviços oferecidos.</p>
<p>Um dos mais populares jogos de rede social, o Farmville, da Zynga, atrai 60 milhões de usuários ativos por mês. Além disso, estima-se que os jogadores na Ásia gastam bilhões de dólares em jogos. Nos Estados Unidos, segundo a ThinkEquity, a receita de games do gênero chegou a 700 milhões em 2009, com a previsão de triplicar este valor até 2012.</p>
<p>Esses números são atraentes não só para a Google, mas, também, para pesos pesados do entretenimento, como a Disney, que comprou a Playdom por 563 milhões de dólares.</p>
<p>Uma alternativa ao Facebook seria bem-vinda para muitos desenvolvedores de jogos, que buscam um acordo melhor para os seus produtos. Atualmente, a rede de Mark Zuckerberg recebe 30% das receitas feitas por games que usam seus serviços. Por isso, a necessidade de diversificar motivou um dos maiores desenvolvedores do Facebook, a Zynga, a fechar um acordo com a Yahoo e abrir suas portas para um investimento de 100 milhões dólares da Google. </p>
<p>No embate que está por vir, a questão que permanece é se o Google conseguiria manter os seus próprios investimentos ao entrar na briga com o Facebook. </p>
</div>
<div>(John P. Mello Jr.)</div>
<div>Data: 28/07/2010</div>
<div>Fonte: IDG Now!</div>
<div>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/28/google-negocia-acordos-para-nova-rede-social-segundo-jornal/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/28/google-negocia-acordos-para-nova-rede-social-segundo-jornal/</a></div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Google Apps ganha versão de segurança máxima. Alvo: o governo dos EUA</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/google-apps-ganha-versao-de-seguranca-maxima-alvo-o-governo-dos-eua/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 20:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo serviço mantém dados em servidores separados, localizados em solo americano, e segue diretrizes de segurança previstas em lei federal.


A Google revelou nesta segunda-feira (26/7) uma nova versão do Google Apps projetada para atender às rigorosas necessidades de segurança das agências governamentais dos Estados Unidos.
O Google Apps for Government inclui Gmail, Talk, Groups, Calendar, Docs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo serviço mantém dados em servidores separados, localizados em solo americano, e segue diretrizes de segurança previstas em lei federal.</p>
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<p>A Google revelou nesta segunda-feira (26/7) uma nova versão do Google Apps projetada para atender às rigorosas necessidades de segurança das agências governamentais dos Estados Unidos.</p>
<p>O Google Apps for Government inclui Gmail, Talk, Groups, Calendar, Docs, Sites, Video e Postini. Os custos do serviço são os mesmos dos da edição Premier: 50 dólares por usuário, por ano.</p>
<p>Os dados dos aplicativos serão armazenados apenas nos EUA. Os servidores utilizados pelo serviço são separados daqueles dedicados a clientes não governamentais, anunciou a Google.</p>
<p>O serviço está em conformidade com as normas para segurança de dados exigidas por lei federal (a Federal Information Security Management Act). Isso lhe dá a credencial necessária para ser utilizada por agências que precisam obedecer às tais normas.</p>
<p>O serviço governamental está disponível agora e a Google já listou alguns de seus clientes. Um deles &#8211; o Berkeley Labs, que faz parte do Departamento de Energia &#8211; começou a usar os Google Apps no começo de 2010. Mais de 4 mil empregados e mil parceiros de pesquisa usam Google Docs &amp; Sites em trabalhos colaborativos e 4 mil usam o Google Mail.</p>
<p>O condado de Larimer, no Estado do Colorado, também começou a usar o Google Apps for Government.</p>
<p>Há alguns meses a Microsoft também apresentou uma suíte de serviços na nuvem voltados para usuários de governo. Esses serviços são hospedados por instalações especiais, onde o acesso físico é controlado por sistemas biométricos e os empregados passam por uma rigorosa verificação de antecedentes. Os serviços atendem a diversas certificações do governo.</p>
<p>Na semana passada, informes deram conta que a empresa perdeu o prazo de junho para finalizar a implantação do Google Apps para a cidade de Los Angeles. O atraso ocorreu, segundo relatos, justamente por causa de preocupações sobre segurança.</p>
</div>
<div>(Nancy Gohring)</div>
<div>Data: 26/07/2010</div>
<div>Fonte: IDG Now!</div>
<div>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/26/google-apps-ganha-versao-de-seguranca-maxima-alvo-o-governo-dos-eua/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/26/google-apps-ganha-versao-de-seguranca-maxima-alvo-o-governo-dos-eua/</a></div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova tecnologia do MIT pode tornar internet até mil vezes mais rápida</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/nova-tecnologia-do-mit-pode-tornar-internet-ate-mil-vezes-mais-rapida/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 20:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Segredo do sistema estaria dentro dos roteadores, que substituem os sinais elétricos por sinais ópticos, ampliando a velocidade.


Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles,  pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.
Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segredo do sistema estaria dentro dos roteadores, que substituem os sinais elétricos por sinais ópticos, ampliando a velocidade.</p>
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<div>
<p>Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles,  pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.</p>
<p>Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.</p>
<p>De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos.  Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego.  Esse processo consome tempo e energia.</p>
<p>Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.</p>
<p>“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia do MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.</p>
<p>No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros com a nova tecnologia do MIT.</p>
<p>Data: 26/07/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/26/nova-tecnologia-do-mit-pode-tornar-internet-ate-mil-vezes-mais-rapida/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/26/nova-tecnologia-do-mit-pode-tornar-internet-ate-mil-vezes-mais-rapida/</a></p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Quase 90% dos internautas brasileiros acessam redes sociais</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/quase-90-dos-internautas-brasileiros-acessam-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 20:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa do Ibope Inteligência, 83% dos acessos a serviços como Facebook e Twitter são por razões pessoais.


Quase nove em cada dez internautas brasileiros (87%) acessam redes sociais, e esse número pode crescer ainda mais – 20% da população online pretende entrar em alguma dessas comunidades num futuro próximo.
O resultado coloca o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa do Ibope Inteligência, 83% dos acessos a serviços como Facebook e Twitter são por razões pessoais.</p>
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<p>Quase nove em cada dez internautas brasileiros (87%) acessam redes sociais, e esse número pode crescer ainda mais – 20% da população online pretende entrar em alguma dessas comunidades num futuro próximo.</p>
<p>O resultado coloca o Brasil em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, You Tube, MSN, Twitter, Facebook e Linked In. A Índia lidera, seguida por Sérvia, Coréia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.</p>
<p>O que mais as pessoas gostam de fazer nas redes sociais é ver mensagens/navegar (98%), conversar (76%) e atualizar o próprio perfil (76%). A grande maioria dos acessos (83%) é por razões pessoais – esse número chega a 90% no Nordeste.</p>
<p>A pesquisa ouviu 28 944 pessoas em 27 países para identificar as diferenças na forma como cada nação interage com mídias como Twitter, Facebook, Orkut, entre outras.</p>
<p>Data: 23/07/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/23/quase-90-dos-internautas-brasileiros-acessam-redes-sociais/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/23/quase-90-dos-internautas-brasileiros-acessam-redes-sociais/</a></p>
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<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>AdWords: anúncios agora podem receber imagens de destaque</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 20:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Novidade foi anunciada em conjunto com a repaginação no Image Search; Google avisa que preços são os mesmos do anúncio de texto.


Ao promover a repaginação de sua busca de imagens, na terça-feira (20/7), a Google também lançou um novo formato de anúncio chamado Image Search Ads. 
Os anúncios, que aparecem apenas no Google Images, permitem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novidade foi anunciada em conjunto com a repaginação no Image Search; Google avisa que preços são os mesmos do anúncio de texto.</p>
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<p>Ao promover a repaginação de sua busca de imagens, na terça-feira (20/7), a Google também lançou um novo formato de anúncio chamado Image Search Ads. </p>
<p>Os anúncios, que aparecem apenas no Google Images, permitem que os anunciantes insiram uma imagem reduzida (thumbnail) em meio às tradicionais (e chatas) linhas de texto.</p>
<p>Digamos, por exemplo, que um usuário do Google Images faça uma busca pela palavra-chave &#8220;diamantes&#8221;. No exemplo abaixo, os anúncios que aparecem na página de resultados mostram um thumbnail de um diamante.</p>
<p><img src="http://idgnow.uol.com.br/idgimages/imagefolder.2010-07-01.1761500577/googleimagead1.jpg/image_preview" alt="google-image-ad-1" /></p>
<p>Compare com uma pesquisa por &#8220;diamantes&#8221; na página de buscas do Google. Os anúncios que aparecem no topo são puramente texto.</p>
<p><img src="http://idgnow.uol.com.br/idgimages/imagefolder.2010-07-01.1761500577/googleimagead2.jpg/image_preview" alt="google-image-ad-2" /></p>
<p>Para uma empresa que anuncia online, os Google Image Search Ads podem ser uma mão na roda. Eles permitem que você tenha como alvo usuários que estão exatamente em busca de imagens.</p>
<p>Os consumidores &#8211; na verdade, seres humanos em geral &#8211; respondem melhor a imagens do que a palavras, e um anúncio padrão de texto do Google AdWords é muito fácil de ignorar. A inserção de uma única imagem é capaz de atrair mais atenção a seu anúncio.</p>
<p>Os anúncios com imagens mostram-se mais eficazes para alguns tipos de busca (&#8220;flores&#8221;) do que para outros (&#8220;colonoscopia&#8221;). E é bastante provável que a Google expandirá seus Image Search Ads para seus outros serviços. As empresas podem descobrir que os anúncios com imagem são um modo mais efetivo, em termos de custo, para atingir novos consumidores.</p>
<p>Os Image Search Ads aparecem apenas no Google Images e são precificados como um anúncio AdWords padrão, informa a Google. Os anunciantes podem usar o template Display Ad Builder da Google para associar um texto de anúncio com uma imagem relevante. O Centro de Ajuda do AdWords tem mais detalhes.</p>
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<div>(Jeff Bertolucci)</div>
<div>Data: 21/07/2010</div>
<div>Fonte: IDG Now!</div>
<div>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/21/adwords-anuncios-agora-podem-receber-imagens-de-destaque/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/21/adwords-anuncios-agora-podem-receber-imagens-de-destaque/</a></div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Bayard investe em Search Marketing com Cadastra e aumenta receita e acessos de sua loja virtual</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/bayard-investe-em-search-marketing-com-cadastra-e-aumenta-receita-e-acessos-de-sua-loja-virtual/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nbpress</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Investimento em Marketing Digital elevou em 500% a receita e em 701% o número de impressões 
Com o objetivo de elevar suas vendas no comércio eletrônico e garantir a mesma eficiência de atendimento já realizada na loja física, a Bayard, rede varejista de artigos esportivos, contratou a Cadastra, agência de search engine marketing pioneira em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Investimento em Marketing Digital elevou em 500% a receita e em 701% o número de impressões </em></p>
<p>Com o objetivo de elevar suas vendas no comércio eletrônico e garantir a mesma eficiência de atendimento já realizada na loja física, a Bayard, rede varejista de artigos esportivos, contratou a <a href="../">Cadastra</a>, agência de search engine marketing pioneira em links patrocinados e SEO, para aumentar o volume de vendas da loja online (<a href="http://www.bayardesportes.com.br/">http://www.bayardesportes.com.br</a>).</p>
<p>Presente no mercado brasileiro desde 1955, a Bayard possui dez lojas no Estado de São Paulo. Em seu site são comercializadas uma vasta variedade de itens, com uma média mensal de 110 mil visitantes únicos e mais de 615 mil páginas visitadas.</p>
<p>Uma das necessidades apontadas pela rede à Cadastra era tornar a loja on line mais conhecida fora do Estado de São Paulo e se destacar no ambiente virtual com o diferencial já tradicional de atendimento especializado e com o posicionamento estratégico de mix de produtos que a Bayard tem hoje nas lojas físicas. Para isso, a empresa recorreu à agência digital, responsável pela aplicação do Google Adwords, sistema de palavras-chave que melhora a visibilidade do site no buscador do Google.</p>
<p>“O comércio eletrônico nos possibilita prestar serviços com a mesma eficiência e diferenciais reconhecidos pelos nossos clientes com a possibilidade de abrangência muito maior. Nossa meta é trazer mais consumidores para a loja virtual, por meio dos buscadores on-line, por exemplo, e, sem dúvida, o Google tem uma ótima cobertura e é o buscador mais acessado atualmente,” afirma Kátia de Paula, Gerente de Planejamento e Operações da Bayard.</p>
<p>A ação de marketing digital pelo Google Adwords, elaborada pela Cadastra permite melhor posicionamento da marca na internet, evidenciando, por meio de palavras- chave como produtos esportivos, camisa da seleção, Tenis Mizuno &#8211; dentre outras a loja on line no buscador. A cada lançamento e novidades em peças exclusivas, a Cadastra apresenta sugestões de novas <em>keywords </em>para aumento da probabilidade no número de cliques pela posição da marca no Google.</p>
<p>Kátia diz que desde que a Bayard começou a investir em marketing digital, a receita dessa unidade de negócio da empresa aumentou 500% e a taxa de conversão em vendas na loja virtual melhorou 18%. “Tivemos um incremento considerável de vendas e do número de cliques na loja on line desde o início da parceria,” destaca.</p>
<p>Desde o fechamento da parceria, o número de impressões saltou 701%. Outro reflexo do investimento em marketing online com a Cadastra foi observado no volume de vendas e no ROI mensal das campanhas que vem aumentando gradualmente. <strong> </strong></p>
<p>De acordo com a Gerente de Operações, a Cadastra ofereceu flexibilidade quanto aos investimentos iniciais, possibilitando assim que a parceria se concretizasse. “Muitas empresas nos procuraram com projetos muito bem estruturados com uma completa estratégia de divulgação em diversos canais on line, mas, infelizmente, os valores estavam quase sempre muito além do nosso budget para investimento, do planejamento e próprio resultado de vendas on-line que a Bayard apresentava naquele momento”.</p>
<p>“Atualmente, é muito comum o cliente primeiro pesquisar na internet e depois se deslocar até a loja para realizar a compra. E a escolha pela Cadastra se deu ao fato de a agência unir sólida experiência nos serviços oferecidos e investimento flexível para adoção das ações, que permitiram aumento nas vendas online, mas também maior número de consumidores nas lojas físicas” diz Kátia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sobre a Cadastra</span></strong><strong>:</strong></p>
<p>Pioneira e líder no país em Search Engine Marketing focada em Performance online, a Cadastra está presente no mercado há dez anos. A agência se consolidou pela expertise no ambiente online e hoje oferece serviços como Otimização de Sites, Links Patrocinados, Webanalytics, Social Media Marketing, Consultoria em Usabilidade e Comparadores de Preço. Para mais informações, acesse: <a href="../">www.cadastra.com.br</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Informações à imprensa:</span></strong><br />
NB Press Comunicação<br />
Contato: Nicole Barros/ Juliana Oliveira/ Samantha Spilla<br />
Tels.: 11 3803-9346/ 3862-3657<br />
e-mail: <span style="text-decoration: underline;"><a title="blocked::mailto:nicolebarros@nbpress.com" href="mailto:nicolebarros@nbpress.com">nicolebarros@nbpress.com</a></span>; <span style="text-decoration: underline;"><a title="blocked::mailto:julianaoliveira@nbpress.com" href="mailto:julianaoliveira@nbpress.com">julianaoliveira@nbpress.com</a>; <a title="blocked::mailto:samanthaspilla@nbpress.com" href="mailto:samanthaspilla@nbpress.com">samanthaspilla@nbpress.com</a></span></p>
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