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		<title>Gasto de publicidade na web promete superar mídia impressa nos EUA este ano</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano, as empresas americanas investirão pela primeira vez a maior parte de seu orçamento de publicidade na internet em contraponto à mídia impressa, indica um estudo da empresa especializada Outsell, divulgado na segunda-feira (8).
A publicidade na internet representará um total de US$ 119,6 bilhões em 2010, contra US$ 111,5 bilhões na mídia impressa, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, as empresas americanas investirão pela primeira vez a maior parte de seu orçamento de publicidade na internet em contraponto à mídia impressa, indica um estudo da empresa especializada Outsell, divulgado na segunda-feira (8).</p>
<p>A publicidade na internet representará um total de US$ 119,6 bilhões em 2010, contra US$ 111,5 bilhões na mídia impressa, segundo a Outsell.</p>
<p>No total, os orçamentos para a publicidade americanos devem aumentar 1,2% em 2010, para US$ 368 bilhões.</p>
<p>No que diz respeito à publicidade na internet, a Outsell acredita que 52,8% dos anúncios serão desenvolvidos nos próprios sites das empresas, que “são utilizados para marketing direto”.</p>
<p>A mídia mais afetada será a imprensa escrita, com uma queda de 8,2%, a US$ 27 bilhões. As revistas, entretanto, terão uma leve alta, de 1,9%, a US$ 9,4 bilhões.</p>
<p>Data: 09/03/10</p>
<p>Fonte: G1 Tecnologia</p>
<p>Link: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1521061-6174,00-GASTO+DE+PUBLICIDADE+NA+WEB+PROMETE+SUPERAR+MIDIA+IMPRESSA+NOS+EUA+ESTE+ANO.html">http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1521061-6174,00-GASTO+DE+PUBLICIDADE+NA+WEB+PROMETE+SUPERAR+MIDIA+IMPRESSA+NOS+EUA+ESTE+ANO.html</a></p>
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		<title>Serviço que mostra dados públicos em forma gráfica estreia no Google Labs</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/servico-que-mostra-dados-publicos-em-forma-grafica-estreia-no-google-labs/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa reuniu 13 bancos de dados públicos para oferecer visualização de indicadores como educação, economia e salários, entre outros.


O Google Labs, serviço que reúne as iniciativas online em teste no Google, acaba de abrir o acesso dos internautas a mais uma experiência: o Google Public Data Explorer.
Divulgado nesta segunda-feira (8/3) por meio do blog da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa reuniu 13 bancos de dados públicos para oferecer visualização de indicadores como educação, economia e salários, entre outros.</p>
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<p>O Google Labs, serviço que reúne as iniciativas online em teste no Google, acaba de abrir o acesso dos internautas a mais uma experiência: o Google Public Data Explorer.</p>
<p>Divulgado nesta segunda-feira (8/3) por meio do blog da empresa, o Public Data Explorer é uma ferramenta de visualização dos dados públicos armazenados pelo Google &#8211; mais precisamente, estatísticas fornecidas por órgãos oficiais.</p>
<p>A iniciativa é um complemento a outras que o Google já havia anunciado, como o acesso aos dados de pesquisas do Banco Mundial. Desta vez, o Google selecionou cerca de 80 das pesquisas mais populares sobre dados estatísticos globais, para apresentá-los de diversas formas gráficas.</p>
<p><strong>Garimpo</strong><br />
A lista dos temas escolhidos para garimpo de dados inclui comparação dados escolares, desemprego, população, salários, estatísticas de crime e de saúde, desastres, PIB, pobreza, preço do petróleo, custo de vída e até os nomes próprios mais populares.</p>
<p>&#8220;Para nos ajudar a priorizar melhor que dados incluir neste recurso, analisamos de forma anônima os logs de busca para descobrir padrões nos tipos de busca que as pessoas estão fazendo&#8221;, explicou o estatístico Jürgen Schwärzler, da equipe de Dados Públicos do Google, no blog da empresa.</p>
<p>Por enquanto, os dados são extraídos de 13 bancos de dados, fornecidos por entidades como Banco Mundial, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), o US Census Bureau e o Eurostat, entre outros.</p>
<p>Os gráficos podem ser incluídos em blogs e sites, e o Google avisa que está aberto à participação de provedores adicionais de dados.</p>
<p>Data: 08/03/10</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/08/servico-que-mostra-dados-publicos-em-forma-grafica-estreia-no-google-labs/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/08/servico-que-mostra-dados-publicos-em-forma-grafica-estreia-no-google-labs/</a></p>
</div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Para quatro entre cinco adultos, internet é &#8216;direito fundamental&#8217;</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/para-quatro-entre-cinco-adultos-internet-e-direito-fundamental/</link>
		<comments>http://www.cadastra.com.br/para-quatro-entre-cinco-adultos-internet-e-direito-fundamental/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Constatação é de pesquisa mundial elaborada a pedido da BBC; para secretário-geral da ITU, rede deveria ser tão básica quanto estradas e água.


Quatro em cinco adultos acreditam que o acesso à web é um direito fundamental, afirma a BBC.
A pesquisa com 27 mil adultos em 26 países, elaborada pela GlobeScan para a BBC, revelou também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Constatação é de pesquisa mundial elaborada a pedido da BBC; para secretário-geral da ITU, rede deveria ser tão básica quanto estradas e água.</p>
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<div>
<p>Quatro em cinco adultos acreditam que o acesso à web é um direito fundamental, afirma a BBC.</p>
<p>A pesquisa com 27 mil adultos em 26 países, elaborada pela GlobeScan para a BBC, revelou também que 87% dos entrevistados que já utilizam a internet acreditam que o serviço deveria ser &#8220;direito fundamental de todas as pessoas&#8221;.</p>
<p>Dr. Hamadoun Toure, secretário-geral da International Telecommunication Union (ITU), disse à BBC que &#8220;o direito à comunicação não pode ser ignorado. A internet é a fonte potencialmente mais poderosa de esclarecimento já criada.&#8221;</p>
<p>Toure disse que a internet deveria ser lembrada como &#8220;infraestrutura básica &#8211; tal como estradas, lixo e água&#8221;.</p>
<p>A BBC lembra que alguns países, como Finlãndia e Estônia, já legislaram sobre o assunto, determinando que o acesso á internet é um &#8220;direito humano para seus cidadãos&#8221;.</p>
<p>Além disso, países como Brasil, México e Turquia estão entre os que mais apoiam a ideia do acesso à internet como um direito, revela a pesquisa.</p>
<p>A BBC também afirmou que 70% dos pesquisados que não usam atualmente a web acham que deveriam ter o direito de fazê-lo, enquanto quatro em cinco disseram que a web oferece mais liberdade.</p>
<p>Quando o assunto envolve os perigos da web, fraude acesso a conteúdo violento e explicito e questões de privacidade foram citados como as principais preocupações dos entrevistados.</p>
<p><strong>Brasil na pesquisa</strong><br />
Especificamente em relação ao Brasil, a pesquisa revelou que 91% dos entrevistados consideram a internet um direito fundamental. Para 96% deles, a internet também é um bom lugar para aprender.</p>
<p>Curiosamente, 71% dos brasileiros entrevistados disseram que a internet não é essencial em suas vidas (a média mundial é de 55%).</p>
<p>Em termos de liberdade de expressão, 56% dos brasileiros discordaram da afirmação que a internet é um lugar seguro para publicar opiniões.</p>
<p>E, sem surpresa, o Brasil está entre os países com mais entusiasmo em relação a redes sociais &#8211; 60% dos entrevistados gostam de passar seu tempo nelas (mais que a média mundial de 51%).</p>
</div>
<div>(com PC Advisor/UK)</div>
<div>Data: 08/03/10</div>
<div>Fonte: IDG Now!</div>
<div>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/08/para-quatro-entre-cinco-adultos-internet-e-direito-fundamental/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/08/para-quatro-entre-cinco-adultos-internet-e-direito-fundamental/</a></div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Bing! coninuará funcionando na China, diz MS</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/bing-coninuara-funcionando-na-china-diz-ms/</link>
		<comments>http://www.cadastra.com.br/bing-coninuara-funcionando-na-china-diz-ms/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 16:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[




Reuters







Gigante americana e concorrentes locais como a Baidu, líder do setor chinês de buscas, e Sohu, devem cumprir leis do governo chinês.




PEQUIM &#8211; A Microsoft vai manter sua estratégia de desenvolvimento para o mercado de buscas de internet na China, não importa como venha a terminar a polêmica entre o Google e Pequim.
A Microsoft manteve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="6" width="120" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: xx-small;font-family: arial"></p>
<p><em>Reuters</em></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/microsoft-20100305122613.jpg" alt="Bing! coninuará funcionando na China, diz MS" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size: xx-small;color: #333333;font-family: verdana"><strong>Gigante americana e concorrentes locais como a Baidu, líder do setor chinês de buscas, e Sohu, devem cumprir leis do governo chinês.</strong></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>PEQUIM &#8211; A Microsoft vai manter sua estratégia de desenvolvimento para o mercado de buscas de internet na China, não importa como venha a terminar a polêmica entre o Google e Pequim.</p>
<p>A Microsoft manteve relativa discrição na China desde que o Google anunciou que pode deixar o país devido a problemas de censura e depois de afirmar ter sofrido um ataque contra seus sistemas que, acredita a empresa, teve origem na China.</p>
<p>O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, havia declarado anteriormente que sua empresa não tinha planos para sair da China, indicando ser improvável que ela acompanhasse o exemplo do Google na contestação ao sistema chinês que força empresas de Internet a praticar autocensura em seus sites com relação a assuntos delicados. </p>
<p>&#8220;Não importa que o Google fique ou não, nós promoveremos agressivamente nossos produtos de busca de computação em nuvem (na China)&#8221;, disse hoje Zhang Yaqin, presidente do grupo de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft na região Ásia-Pacífico, durante a sessão de abertura do Congresso Nacional do Povo, o legislativo chinês, em Pequim. </p>
<p>A China está conversando com o Google para resolver a disputa, disse o ministro Li Yizhong, do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT), durante a sessão. </p>
<p>Uma porta-voz do Google se recusou a confirmar ou negar que houvesse discussões em curso. </p>
<p>&#8220;Não vamos comentar sobre quaisquer discussões com o governo chinês&#8221;, afirmou ela. </p>
<p>O Google lançou versão em chinês de seu site em 2006 e cumpre as leis locais que requerem censura de determinadas formas de conteúdo, tais como pornografia e assuntos sensíveis, a exemplo do movimento espiritual Falun Gong, que foi banido por Pequim, e da independência do Tibete. </p>
<p>A Microsoft e concorrentes locais como a Baidu, líder do setor chinês de buscas, e Sohu, devem cumprir as mesmas leis. O Google detém cerca de 31,3% do mercado chinês de buscas, ante 63,9% para a Baidu, de acordo com a Analysis Internacional. Data: 05/03/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/bing-coninuara-funcionando-na-china-diz-ms-05032010-15.shl">http://info.abril.com.br/noticias/mercado/bing-coninuara-funcionando-na-china-diz-ms-05032010-15.shl</a></p>
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		<item>
		<title>Fórum de Comércio Eletrônico discute segurança de compras online</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/forum-de-comercio-eletronico-discute-seguranca-de-compras-online/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 16:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Combate a fraudes é o tema da segunda de oito reuniões do grupo criado para orientar regulamentação jurídica do e-commerce no Brasil.


Nesta quinta-feira (4/3), o recém-criado Fórum do Comércio Eletrônico, realiza a segunda de oito reuniões com o objetivo de elaborar uma carta de princípios para orientar uma possível regulamentação jurídica do comércio eletrônico no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Combate a fraudes é o tema da segunda de oito reuniões do grupo criado para orientar regulamentação jurídica do e-commerce no Brasil.</p>
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<p>Nesta quinta-feira (4/3), o recém-criado Fórum do Comércio Eletrônico, realiza a segunda de oito reuniões com o objetivo de elaborar uma carta de princípios para orientar uma possível regulamentação jurídica do comércio eletrônico no Brasil.</p>
<p>Hoje, o grupo que conta com representantes de órgãos de defesa do consumidor, associações de comércio e órgãos públicos discute comunicações, assinaturas e certificações digitais, informa o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), Guilherme Varella, ao <strong>IDG Now!</strong>. &#8220;É um tema relacionado às informações que circulam na internet, o sigilo de dados do usuário e a segurança nas transações&#8221;, explica Varella.</p>
<p>A pauta do novo fórum inclui prestação de serviços, certificação digital para varejistas online, proteção de dados financeiros dos clientes e combate à manipulação indevida dos dados.</p>
<p>A responsabilidade de intermediários, como sites de leilões e comparadores de preços, nas vendas online é um exemplo a ser discutido pelo fórum, destaca Varella. Outra questão envolve a venda de produtos controlados como medicamentos, bebidas e tabaco via internet. &#8220;O objetivo é envolver intermediários, produtores de conteúdo e administradoras de cartões de crédito, criando uma segurança jurídica que consiga proteger o consumidor nestas relações&#8221;, afirma Varella.</p>
<p>Embora o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ofereça suporte a boa parte das demandas legais dos consumidores na internet, o advogado do IDEC acredita que a velocidade das mudanças na internet exige uma atualização jurídica complementar. &#8220;O CDC está fazendo 20 anos e foi criado em um contexto em que não havia comércio virtual&#8221;, afirma o advogado.</p>
<p>A reunião de abertura do Fórum, realizada na última quinta-feira (25/2), mostrou &#8220;uma preocupação de aprofundar o estudo sobre as regulamentações técnicas no comércio na internet&#8221;, analisa Varella. &#8220;Estamos envolvidos para que fórum contribua, inclusive, com o marco regulatório civil para a internet no Brasil.&#8221;</p>
<p>Entre os representantes dos consumidores no fórum estão o Grupo de Trabalho de Tecnologias da Informação e da Comunicação do Ministério Público Federal (GTTIC), o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) e o Departamento de Proteção e de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça (DPDC). As empresas são representadas pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), pela consultoria E-bit, que pertence ao grupo Buscapé, e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e net).</p>
<p>O grupo também conta com a participação de convidados do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Comitê Gestor da Internet Brasileira (CGI.br) e da Uncintral (Comissão das Nações Unidas para o Direito Mercantil Internacional) para trazer exemplos de regulamentações aplicadas no exterior.</p>
<p>As reuniões semanais, realizadas na sede da Procuradoria Regional da República da Terceira Região, em São Paulo (SP), se encerram em 22 de abril, quando será divulgada a carta de princípios do comércio eletrônico e um balanço do projeto. As reuniões são abertas ao público a partir das 17h, mas ideia é divulgar as discussões na rede. &#8220;Teremos um site e um blog do Fórum que o consumidor vai poder usar&#8221;, promete Varella.</p>
<p>Data: 04/02/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/04/forum-de-comercio-eletronico-discute-seguranca-de-compras-online/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/04/forum-de-comercio-eletronico-discute-seguranca-de-compras-online/</a></p>
</div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Google Brasil intensifica campanha para aumentar popularidade do AdWords</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/google-brasil-intensifica-campanha-para-aumentar-popularidade-do-adwords/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 16:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde janeiro, buscador distribui códigos promocionais para blogueiros e usuários de redes sociais para ampliar base de clientes do serviço.


O Google Brasil ampliou sua campanha de divulgação para aumentar a base de usuários do sistema de publicidade AdWords para além dos profissionais de mercado ou entusiastas presentes em palestras do buscador.
Desde janeiro, o Google Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde janeiro, buscador distribui códigos promocionais para blogueiros e usuários de redes sociais para ampliar base de clientes do serviço.</p>
<div>
<div>
<p>O Google Brasil ampliou sua campanha de divulgação para aumentar a base de usuários do sistema de publicidade AdWords para além dos profissionais de mercado ou entusiastas presentes em palestras do buscador.</p>
<p>Desde janeiro, o Google Brasil vem distribuindo cupons gratuitos que dão direito a 100 reais em sua plataforma de publicidade para blogueiros, usuários inscritos em redes sociais e leitores de revistas impressas.</p>
<p>De acordo com a empresa, os cupons são enviados para usuários já cadastrados em serviços do Google, como a ferramenta de blogs Blogger, que concordem com o recebimento de material promocional.</p>
<p>Com o valor, usuários podem &#8220;comprar&#8221; espaços publicitários no formato de links patrocinados que aparecem ao lado dos resultados de busca do Google ou em blogs e sites afiliados ao programa de publicidade.</p>
<p>A estratégia de distribuir cupons não é nova. Desde 2005, quando estabeleceu operação no País, o Google os distribui para profissionais presentes em palestras sobre sua tecnologia de busca. Desta vez, o público-alvo para a campanha é mais amplo.</p>
<p>Os códigos promocionais também são distribuídos por meio de cartas ou encartados em revistas, como é o caso da Você S/A, da Editora Abril.</p>
<p>Segundo o diretor de comunicação do Google no Brasil, Félix Ximenes, a ampliação da campanha tenta resolver a &#8220;deficiência de informação sobre os benefícios da publicidade online&#8221;, apostando na experimentação como forma de ampliar a base de clientes.</p>
<p>A campanha para aumentar a base de clientes do AdWords no Brasil acontece ao mesmo tempo em que o Google dá sinais de que pretende investir em publicidade display na região nos próximos meses.</p>
<p>Duas vagas publicadas em seu site de empregos sugerem que o buscador pretende amplicar a atuação da DoubleClick, agência de publicidade especializada em anúncios visuais, como banners, vídeos, DHTMLs e outros, na América Latina.</p>
<p>O Google pagou 3,1 bilhões de dólares pela DoubleClick em abril de 2007, quase duas vezes mais que os 1,65 bilhão de dólares gastos para comprar o site de vídeos YouTube.</p>
<p>Data: 04/03/10</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/04/google-intesifica-campanha-para-aumentar-base-de-clientes-do-adwords-no-brasil/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/04/google-intesifica-campanha-para-aumentar-base-de-clientes-do-adwords-no-brasil/</a></p>
</div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Em auto-análise, Google descobre falhas de SEO dentro de casa</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/em-auto-analise-google-descobre-falhas-de-seo-dentro-de-casa/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 18:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa pesquisou cem de seus próprios sites e divulgou resultados na web; de 19 quesitos, apenas um foi avaliado como &#8216;excelente&#8217;.


A experiência de uso e a prática de construção de sites do Google precisa ser melhorada em vários aspectos para atender às boas práticas de otimização de busca, revela um estudo realizado pela própria empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa pesquisou cem de seus próprios sites e divulgou resultados na web; de 19 quesitos, apenas um foi avaliado como &#8216;excelente&#8217;.</p>
<div>
<div>
<p>A experiência de uso e a prática de construção de sites do Google precisa ser melhorada em vários aspectos para atender às boas práticas de otimização de busca, revela um estudo realizado pela própria empresa e que foi divulgado na terça-feira (2/3).</p>
<p>O estudo, chamado SEO Report Card, avaliou as páginas principais de 100 produtos do Google, sob 19 critérios distintos. Os resultados foram divulgados internamente no mês passado. Desde então, diversas equipes têm atuado para melhorar os sites, com a missão de aumentar sua visibilidade em ferramentas de busca, como a do Google.</p>
<p>Segundo o relatório, os itens das páginas do Google que &#8220;precisam melhorar&#8221; são o formato e o comprimento dos títulos (90% das páginas foram reprovadas), o uso de metatags (reprovação de 67%) e a descrição de links (68% foram rejeitados).</p>
<p>Dos 19 quesitos que compuseram a avaliação, oito precisam ser melhorados, sete obtiveram nota próxima a da média (50%) e três foram considerados &#8220;satisfatórios&#8221;. O único item avaliado como &#8220;excelente&#8221; foi a clareza de exibição de resultados da página principal (89% de aprovação).</p>
<p>A íntegra do SEO Report Card pode ser conferida no blog da empresa.</p>
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<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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<p>Data: 03/03/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/03/em-auto-analise-google-descobre-falhas-de-seo-dentro-de-casa/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/03/em-auto-analise-google-descobre-falhas-de-seo-dentro-de-casa/</a></p>
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		<title>Steve Ballmer garante: &#8216;Um dia passaremos o Google&#8217;</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/steve-ballmer-garante-um-dia-passaremos-o-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 18:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[CEO da Microsoft acredita no sucesso do mecanismo de busca Bing e confia que superará o Google, principal concorrente no mercado.


Não é fácil ser Steve Ballmer. Na terça-feira (2/3), o Chief Executive Officer (CEO) da Microsoft foi  mais uma vez questionado se a sua empresa um dia será a número um em buscas.
“Não há resposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CEO da Microsoft acredita no sucesso do mecanismo de busca Bing e confia que superará o Google, principal concorrente no mercado.</p>
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<p>Não é fácil ser Steve Ballmer. Na terça-feira (2/3), o Chief Executive Officer (CEO) da Microsoft foi  mais uma vez questionado se a sua empresa um dia será a número um em buscas.</p>
<p>“Não há resposta boa para essa pergunta. Se eu digo sim parecerá que sou arrogante, e se eu digo não parecerá que não tenho fé. Então a resposta é sim, um dia”, disse Ballmer durante o evento Search Marketing Expo, nos Estados Unidos. “A verdade é que, o Google é o número um por algo que eles fizeram corretamente primeiro”, continuou.</p>
<p>Um dos esforços da Microsoft na área é o acordo de publicidade com o Yahoo, que torna o Bing o mecanismo de busca dos sites do Yahoo, com a Microsoft pegando parte da receita e o Yahoo garantindo vendas de publicidade para ambas as empresas.</p>
<p>O acordo deve aumentar o volume de buscas da Microsoft,  levando o mecanismo a fornecer melhores resultados, e, assim, chamar a atenção de publicitários, segundo Ballmer.</p>
<p>Ballmer também foi questionado se o Yahoo sobreviverá como uma empresa de busca já que a Microsoft tenta “passar por cima” para alcançar o topo. “Aumentar a participação no mercado de busca é o trabalho número um, e nós precisamos que eles estejam conosco para conseguir sucesso”, explicou Ballmer.</p>
<p><strong>Twitter e Facebook</strong><br />
O CEO revelou que não é um grande tuiteiro. Ele afirmou preferir compartilhar seus pensamentos através de um post em um blog do que em “uma lista de pequenos tweets”. “Sou mais um consumidor do que um autor no ambiente de tempo real”, contou.</p>
<p>Mas ele possui uma conta secreta no microblog com um nome não divulgado. “Eu estava falando sobre resultados de basquete, mas você saberia isso a não ser que fosse um pai na comunidade de basquete de Lakeside”, ele disse.</p>
<p>Perguntado se a Microsoft deveria comprar o Twitter, Ballmer disse que não é claro se essa seria uma boa aquisição, e que é melhor para o microblog continuar independente. “Eles têm muita credibilidade entre os usuários. Será que teriam a mesma confiança se fossem comprados? Isso não está claro”, afirmou.</p>
<p>O Facebook “quer muito continuar sendo uma empresa independente, então continuaremos a trabalhar em parceria com eles”, contou Ballmer.</p>
<p><strong>Google e antitruste</strong><br />
Ballmer também foi perguntado se a Microsoft está usando pequenas empresas de busca como um meio de levantar questões antitruste contra o Google. Na semana passada a Comissão Europeia disse estar examinando reclamações contra o gigante das buscas feitas por três empresas, algumas delas supostamente ligadas à Microsoft.</p>
<p>“Não estamos em silêncio, estamos expressando algumas das questões e frustrações que vemos. Certamente algumas vezes isso não é solicitado, mas muitas vezes é porque fomos perguntados”, disse. “Há uma série de questões que achamos que merecem ser comentadas”, continuou. “Ultimamente, o que é legal ou não é da competência dos órgãos reguladores. Nós não sabemos isso”, disse, se referindo ao próprio histórico da Microsoft com reguladores antitruste.</p>
<p>Perguntado se o Google possui um “cadeado” nos publicitários que dificulta a competição para outras empresas, Ballmer disse que “existem diversos lugares nos quais é difícil entrar”, mas ele disse que a conferência não era o lugar certo para “especificar” as preocupações da Microsoft.</p>
<p>Quando a plateia, formada por centenas de publicitários, marqueteiros e consultores, foi perguntada se algum deles se sente “frustrado” com o comportamento do Google, apenas uma ou duas mãos na sala levantaram.</p>
<p>O mercado de buscas será uma grande parcela dos negócios da Microsoft no futuro, previu Ballmer. “Eu garanto que as buscas vão ter grande participação nos lucros da Microsoft.”</p>
<p>As maiores oportunidades nas buscas são adivinhando as intenções do usuário e ajudando-o a completar sua tarefa – algo que o Google e o Yahoo também estão trabalhando. Ele deu o exemplo da sua própria frustração tentando juntar dados sobre porcentagem de débitos no produto interno bruto (PIB) de países.</p>
<p>“Eu sabia o que queria, poderia ter feito uma planilha no Excel e eu só queria procurar os dados para colocar nela. Não deveria ser tão difícil”, ele disse.</p>
<p>A Microsoft vai continuar investindo no Cashback, um programa no qual a empresa reembolsa consumidores que fazem compras por links patrocinados em seu site. Mas a empresa deve fazer mudanças enquanto mantém o conceito básico intacto. “O programa não funcionou perfeitamente, no sentido de que não mudou completamente a economia nos negócios. Mas certamente tem resultados positivos, então continuaremos com ele.”</p>
<p>A Microsoft parece ter aprendido alguma coisa com as críticas de privacidade que atingiram o Google Buzz. ”Privacidade está muito mais na nossa mente com o barulho feito em torno do Buzz”, finalizou.</p>
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<div>(James Niccolai)</div>
<div>Data: 03/03/2010</div>
<div>Fonte: IDG Now!</div>
<div>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/03/steve-ballmer-garante-um-dia-passaremos-o-google/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/03/steve-ballmer-garante-um-dia-passaremos-o-google/</a></div>
<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Google Brasil e Embratur firmam parceria por vídeos turísticos no Google Maps</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/google-brasil-e-embratur-firmam-parceria-por-videos-turisticos-no-google-maps/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Órgão ligado ao Ministério do Turismo publicará vídeos de pontos turísticos do Brasil dentro do Google Maps, confirma presidente da Embratur ao NYTimes.


O Google Brasil e a Embratur fecharam uma parceria que prevê a integração de vídeos turísticos do País produzidos pelo órgão ligado ao Ministério do Turismo no serviço Google Maps.
Ainda que ambos tenham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Órgão ligado ao Ministério do Turismo publicará vídeos de pontos turísticos do Brasil dentro do Google Maps, confirma presidente da Embratur ao NYTimes.</p>
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<p>O Google Brasil e a Embratur fecharam uma parceria que prevê a integração de vídeos turísticos do País produzidos pelo órgão ligado ao Ministério do Turismo no serviço Google Maps.</p>
<p>Ainda que ambos tenham convocado coletiva para detalhar a parceria nesta quarta-feira (3/3), a notícia foi adiantada pela presidente da Embratur, Jeanine Pires, para o jornal norte-americano The New York Times.</p>
<p>A parceria viabilizará também um canal do YouTube customizado pela Embratur, onde estarão hospedados os vídeos reproduzidos no serviço de mapas.</p>
<p>O canal, chamado Visit Brasil, já está disponível e mostra o foco da Embratur no mercado internacional, já que os vídeos possuem narração e legendas em inglês.</p>
<p>Segundo o jornal, a Embratur produzirá e publicará mais de 85 vídeos com atrações e destinos turísticos espalhados pelo Brasil.</p>
<p>A campanha será veiculada como publicidade em sites como CNN, Trip Advisor e Travelocity.</p>
<p>Data: 02/03/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/02/google-brasil-e-embratur-firmam-parceria-por-videos-turisticos-no-google-maps/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/02/google-brasil-e-embratur-firmam-parceria-por-videos-turisticos-no-google-maps/</a></p>
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<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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		<title>Internautas ativos no Brasil chegam a 36,8 milhões em janeiro, diz Ibope</title>
		<link>http://www.cadastra.com.br/internautas-ativos-no-brasil-chegam-a-368-milhoes-em-janeiro-diz-ibope/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 17:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadastra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Mercado de Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Base de brasileiros online em janeiro cresce 0,8%, enquanto tempo gasto cai 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos, diz Ibope Nielsen Online.


O número de brasileiros que acessaram a internet em casa ou no trabalho durante janeiro chegou a 36,8 milhões, aumento de 0,8% em relação aos 36,6 milhões de internautas ativos registrados em dezembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Base de brasileiros online em janeiro cresce 0,8%, enquanto tempo gasto cai 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos, diz Ibope Nielsen Online.</p>
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<p>O número de brasileiros que acessaram a internet em casa ou no trabalho durante janeiro chegou a 36,8 milhões, aumento de 0,8% em relação aos 36,6 milhões de internautas ativos registrados em dezembro de 2009.</p>
<p>Os dados, divulgados pelo Ibope Nielsen Online nesta terça-feira (2/3), mostram também que o tempo passado online pelos brasileiros caiu 1,8%, totalizando 65 horas e 23 minutos por mês.</p>
<p>Se aplicativos, como comunicadores (MSN Live Messenger), por exemplo, não forem considerados, o tempo gasto online chega a 45 horas e 43 minutos, crescimento de 2,3% em relação ao mês anterior, segundo o Ibope.</p>
<p>Ao considerarmos a quantidade de brasileiros com acesso nos ambientes doméstico e corporativo, tenham eles navegado em janeiro ou não, a base de internautas sobe para 46,8 milhões.</p>
<p>Se somarmos ambientes públicos, como bibliotecas, LAN houses e telecentros ao número, a quantidade de brasileiros que podem se conectar à internet se manteve em 66,3 milhões.</p>
<p><strong>Destaque para conteúdo automotivo</strong><br />
Entre os conteúdos de destaque, o Ibope afirma que sites dentro da categoria Automotiva atingiram 8,4 milhões de internautas em janeiro, aumento de 9,3% em relação a dezembro.</p>
<p>Sites da categoria Viagens e Turismo tiveram crescimento menor na comparação ao último mês de 2009 (3,9%), mas atingiram um público quase duas vezes maior que sites automotivos, com 16,8 milhões de brasileiros procurando informações sobre viagens.</p>
<p>As informações do Ibope também refletem acontecimentos sazonais, com destaques para sites que na subcategoria Eventos, como serviços para compra de ingressos para o Carnaval ou o site da Campus Party Brasil, que aconteceu entre os dias 25 e 31 de janeiro de 2010.</p>
<p>Data: 02/03/2010</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
<p>Link: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/02/internautas-ativos-no-brasil-chegam-a-36-8-milhoes-em-janeiro-diz-ibope/">http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/02/internautas-ativos-no-brasil-chegam-a-36-8-milhoes-em-janeiro-diz-ibope/</a> </p>
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<p><!-- NOVA BARRA DE FERRAMENTA INFERIOR --></div>
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